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O Que é o Evangelho?

Quarta, 15 Abril 2015 03:57

O que é crer - John Piper

Published in Devocionais
Segunda, 10 Novembro 2014 23:09

O perigo do pecado - Pb. Samuel Junqueira

O poder do pecado é bem maior do que imaginamos, embora a Bíblia nos declare que ele não terá mais domínio sobre o cristão redimido (Romanos 6.14). Ainda que ele não tenha mais aquele poder escravizador sobre o cristão liberto por Cristo (João 8.36), a sua influência continua atuante no mundo e atinge a todos os cristãos. Essa influência se manifesta na forma de tentações, procurando levar o cristão a pecar contra Deus. É a ação maligna do tentador sobre a mente do cristão. Não há como fugir dessas tentações. O próprio Senhor Jesus foi tentado! (Mateus 4.1). Entretanto, o cristão pode resistir a elas, sem cair no pecado! Para isso ele precisa: (1º) Reconhecer-se fraco. Ele sente a sua incapacidade contra a tentação e se submete à vontade de Deus, confiando nele (Salmo 37.5). (2º) Admitir-se pecador, sujeitando-se ao Senhor, como a Bíblia determina (Tiago 4.7). (3º) Usando os recursos que Deus lhe disponibiliza. Que recursos são esses? Basicamente três, seguindo uma sequência bíblica. (1º) O conhecimento da Palavra (João 8.32). A Palavra de Deus limpa o coração do cristão (João 15.3). O próprio Senhor Jesus utilizou-se dela contra as tentações, dizendo repetidamente: “Está escrito” (Mateus 4. 4,7,10). (2º) A fé. Ela nos é concedida por Deus como um “dom” (Efésios 2.8). De que forma esse dom se manifesta? Pelo ouvir a pregação da palavra. (Romanos 10.17). (3º) A oração. A oração só terá valor se for feita com fé. Tiago escreveu sobre o poder da “oração da fé”. Esse tipo de oração é eficaz (Tiago 5.15). Esses meios (e outros mais) possibilitam ao cristão vencer as tentações. Além disso, ele conta com o auxílio divino, pois Deus não permitirá que ele seja tentado além da sua capacidade de resistência (1 Coríntios 10.13). O fato de o cristão pecar não significa que Deus o tenha abandonado; significa, antes de tudo, que ele fracassou naquele momento, descuidando-se da sua vigilância (Mateus 26.41). Algumas pessoas não levam a sério o perigo e a gravidade do pecado, brincando com ele e dando-lhe um tratamento cordial! O pecado vai dando corda a essas pessoas até que elas fiquem totalmente subjugadas a ele, impossibilitadas de qualquer reação. É o que acontece com a sujeição de muitas pessoas aos vícios e às drogas! Elas ficam completamente dominadas e se sentem incapazes de se libertarem! (João 8.34). Entretanto, o verdadeiro cristão não tem nenhum motivo e nenhuma necessidade de entrar pelo caminho dos vícios ou das drogas, porque ele sabe o que lhe convém. Mesmo entre o que lhe parece lícito, o cristão tem o entendimento para discernir o que é melhor para ele (1 Coríntios 6.12). O que não posso deixar de realçar aqui é que o caminho do pecado é tenebroso, mesmo que dê à pessoa uma falsa aparência de brilho e de encantamento. Sei que esse assunto é considerado anacrônico por muitos que zombam dessa mensagem, mas a minha responsabilidade diante de Deus é a de anunciá-la. Quanto à sua aceitação, é algo que depende de cada um, porque essa responsabilidade é pessoal! (Ezequiel 3.17-19). O sábio escreveu: “Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte” (Provérbios 16.25). Que Deus nos livre dessa triste e trágica realidade!

Amém!

Pb. Samuel Junqueira

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Segunda, 13 Outubro 2014 15:45

É proibido pensar - João Alexandre

 "Temos uma verdadeira chuva de evangelhos diferentes, transformando-nos mais em clientes que acham que o Todo-Poderoso precisa se adaptar ao nosso jeito de viver e aos nossos caprichos. Acontece que só existe um  Evangelho  a ser pregado, o verdadeiro e eterno!" (João Alexandre)

O que João Alexandre quer dizer com essa música?

 Ele pensou na "superficialidade, na irrelevância e na impertinência que caracteriza o discurso evangélico de hoje.

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"Martin Lloyd-Jones escreveu, “Cristianismo tem algo a dizer sobre tudo em nossa vida. Não há um aspecto sequer da vida que não considere, que não governe. Não devem existir compartimentos na nossa vida cristã.” Bom, a Bíblia não fala sobre as redes sociais, nenhuma palavra, mas está cheia de princípios que precisamos aplicar aos nossos hábitos nas redes sociais. Sem essas diretrizes, o uso que fazemos das redes sociais se transforma numa situação prejudicial do tipo “o hashtag para o Twitter e o Twitter para o hashtag” (I Co 6:13). Não é suficiente utilizar as redes sociais da maneira para as quais foram feitas; elas foram criadas por pessoas que não temem à Deus. Como podemos remir o nosso uso desses meios de comunicação para que se tornem ferramentas para a adoração e serviço cristão?

 

Quem. “O fim supremo e principal do homem e glorificar a Deus e gozá-lo para sempre“, nos lembram os padrões de Westminster. É muito fácil concordar com isso na teoria e negar a mesma afirmação na prática ao usar o Facebook. Sobre quem é o seu feed de notícias? Quais temas são abordados nos seus tweets e compartilhamentos? É sobre o seu trabalho? Suas férias incríveis? Seus filhos? Seus animais de estimação? Suas habilidades e projetos? Seus resultados em testes de personalidade? Seu amor extraordinário por bacon? Sua falsa modéstia? Você está se promovendo para construir uma “marca” pessoal? Seus amigos e seguidores são levados a pensar sobre o seu mundo ou eles são encorajados na sua caminhada com Deus, direcionados a olhar mais para Cristo, sendo desafiados de forma amorosa a viverem em santidade e crescerem em comunhão? Compartilhar um álbum enorme das nossas férias no Caribe com a legenda “Deus nos deu um tempo maravilhoso!” pode não estar, de fato, se referindo ao Criador. E, talvez, tuitar sobre uma citação edificante de uma pregação que você acabou de escutar possa ser mais útil do que uma foto sua falando ao microfone.

Não que tudo tenha que ser obviamente “espiritual”:

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perguntar o nome de um mecânico confiável, enviar fotos dos filhos aos avós ou comentar sobre o tornado que você acabou de ver passar pela cidade não é errado. Mas se o assunto nos feeds é geralmente sobre você, ainda que sejam “cristianizados”, talvez o foco precise ser mudado.

O que. O que você está postando está dentro da lei? Provavelmente. Eu diria poucos de nós, se é que alguém, estão fazendo qualquer coisa ilegal nos feeds. Mas o que você está postando é edificante (I Co 10:23)? Isso é mais difícil. Ao menos, eu penso que é; edificar requer reflexão e altruísmo, enquanto que estar dentro da lei apenas exige base moral.

Postagens sobre a corrupção de políticos raramente honram autoridades governamentais (I Pe 2:17). Declarações absolutistas sobre o colapso eminente da civilização ocidental promovem preocupação sobre o futuro, não confiança na providência do Senhor para hoje (Mt 6:34). Há, ainda, aquelas postagens ostensivas (muito além da falsa modéstia), nas quais dizemos a todos que nossos filhos são os mais inteligentes, nosso(a) marido/esposa é o(a) melhor ou, ainda, que o nosso jantar foi o mais delicioso. Isso é simplesmente não se gloriar no Senhor, que é a única forma de glória que nos é permitida (Jr 9:24).

O que você compartilha reflete humildade, considerando os outros melhores que você mesma (Fl 2:3)? É algo feito com ambição ou orgulho? Então, é errado. “(…) Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe“, tuíte e poste sobre essas coisas (Fl 4:8).

Quando. Nós também temos que nos acautelar de “quando” estamos postando. Uma das formas mais óbvias de como podemos errar neste quesito é usando as redes sociais o tempo todo. Quando foi a última vez que você atualizou a sua foto de perfil? Qual foi a última vez que você tuitou? É esse um uso sábio do tempo limitado que Deus lhe deu nesse mundo? Claro, se a casa está em ordem, as contas estão pagas, as crianças estão dormindo, a roupa está limpa e tudo está pronto para o dia seguinte, tuíte. Se não está te destraindo do(s) seu(s) chamado(s), então é algo legítimo a se fazer.

Em seguida, temos os outros “quando”. Estamos com raiva? Espere (Pv 29:11). Estamos postando vídeos e textos cômicos (totalmente legal, possivelmente auxiliador em alguns casos) no dia em que um membro da igreja está enterrando seu(sua) marido/esposa? Estamos aconselhando um jovem casal sobre o investimento que uma criança requer quando eles anunciam que estão esperando seu primeiro filho? Compartilhamos reflexões sobre a vida no conforto do nosso lar enquanto um amigo luta contra o desemprego? Essas atitudes violam a base de alegrar-se com os que se alegram e chorar com os que choram (Rm 12:15).

É necessária também a sabedoria para saber quando estamos entrando em discussões ou debates infrutíferos ou tolos. As redes sociais são ótimos lugares para compartilhar links de artigos ou postagens de blogs, mas, frequentemente, não é um bom lugar para resolver problemas. E é certamente tentador comentar nos status obviamente bobos dos outros. É aí que precisamos saber quando devemos nos afastar (Pv 26:4); há momentos em que isso não ajuda ninguém.

Em outras palavras, as redes sociais são ambientes que promovem o egoísmo e o narcisismo; atitudes e uma mentalidade que direcionam as palavras e os pensamentos à nós mesmos. Conforme encontram morada em nossos corações, as Escrituras nos ajudam a lutar contra essas tendências e o Espírito Santo nos capacita a adorar à Deus e servir aos outros, morrendo para nós mesmos, inclusive ao usarmos as redes sociais. Qualquer coisa que façamos, seja tuitar ou postar, façamos para a glória de Deus (I Co 10:31)."

Texto retirado do site Mulheres Piedosas. Link direto do texto: http://www.mulherespiedosas.com.br/redes-sociais/

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 De volta com as devocionais, nesta semana separamos para vocês um vídeo bem especial! Titulamos como: Qual é o seu sistema? 
 
Reflita através deste vídeo na sua vida, ganhe 6 minutinhos do seu dia e deixe Deus falar ao seu coração! (põe o fone ai no trabalho e aperte o play) =)
 
Garantimos que Deus tem muito a falar para ti, assim como falou para nós! Não deixe de incluir Deus no seu dia corrido, cheio de trabalhos e estudos. Inclua Ele no seu sistema!
 
Gostou do vídeo? Compartilhe com quem deseja, use-o para glorificar ao nome de Deus :)
 
Qual é o seu sistema? com Rodolfo Abrantes
 
Em Cristo,
Marketing UMP | IP Santo Amaro 
 

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Quarta, 02 Abril 2014 02:11

O Jovem Cristão e a Política

O Jovem Cristão e a Política

“Os homens escarnecedores alvoroçam a cidade, mas os sábios desviam a ira (Pv. 29.8)”

 

Religião e Política A juventude moderna vive caminhando em muitas contradições. É comum que entre  nós, jovens, basearmos nosso ponto de vista e nossas opiniões, na maior parte das  vezes, em primeiras impressões.

 Faça este teste: pense na última vez em que você deu sua opinião a respeito de  algo, por mais banal que seja. Antes de chegar à conclusão que você chegou, quanto  tempo você refletiu naquilo?

 Os protestos de junho de 2013 fizeram evidentes essas características do jovem  moderno. Ao mesmo tempo em que relegava a política para os velhos e para os  chatos, quase que em um passe de mágica, passou a gritar palavras de ordem no meio  da rua, postar fotos de protestos no instagram e colocar frases de efeito no  Facebook. Qualquer jovem que tenha redes sociais cansou de ver isso.

 É nesse emaranhado de primeiras impressões, frustrações e emoções é que nós, jovens cristãos, nos inserimos. E as velhas e sempre atuais perguntas devem despontar: o que a Bíblia tem a dizer sobre isso? Em que medida o meu agir tem refletido o padrão que Deus estabeleceu para mim? Minhas atitudes são diferentes ou iguais as do mundo?

Obviamente, não é neste curto espaço de devocional que poderemos desenvolver esse tema. Para isso, temos neste sábado a programação Roda Viva - Remando contra a maré | Posicionamento cristão em meio a políticas e manifestações. Aqui fica o convite à reflexão, seguindo a recomendação de Paulo por “à prova todas as coisas” e ficar “com o que é bom” (I Tessalonicenses 5:21).

Como jovens que professam a fé em Jesus Cristo, temos o dever de ter uma postura clara diante do mundo e na política não é diferente. Política não é só horário eleitoral, palhaços recordistas de votos e um emaranhado de ladrões prontos a roubar o dinheiro dos seus impostos. Temas que nos afetam diretamente como aborto e eutanásia perpassam por decisões de pessoas que escolhemos com o nosso voto. Até mesmo a liberdade que eu e você temos de nos reunir todos os domingos na igreja e durante semana no PG pode estar em risco no Brasil e isso tem tudo a ver com política.

Que possamos refletir e sermos jovens que se destacam do mundo, pessoas de postura e opinião em conformidade com o caráter de nosso Salvador, pois na política, assim como em tudo na vida, quando os bons se omitem, os maus levam a vantagem.

Em Cristo,

Leonardo Anthero

 

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Terça, 14 Maio 2013 14:39

Semear é Obedecer e Glorificar

Estamos na estação da semeadura e talvez você ainda não tenha compreendido o que isso significa, ou não veja sua real importância, mas te digo que depois de ser resgatado e compreender a graça aplicada a nós por meio de Jesus, nada é mais importante no reino de Deus que semear a Sua palavra.

Mas primeiro o que semear? Ora estamos aprendendo e ouvindo sempre sobre esse tema e já sabemos que semear é pregar o evangelho, falar que o mundo tem um problema (o pecado) e que a única solução pra esse problema é Jesus, pregar é explicar como nós éramos antes de sermos salvos e como fomos transformados, falar da mudança maravilhosa que nos aconteceu quando Jesus entrou em nossas vidas e isso todo crente pode e deve fazer.

Em Mc 16: 15,16 “E disse-lhes: Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado”. Não é um pedido, é uma ordem direta. Agora que vocês já viram o que Deus fez, que Cristo se entregou, morreu, mas ressuscitou e que ensinou tantas coisas importantes, mostrou como fazer, vá e faça, é simples assim.

Deus no salvou através do sacrifício de Jesus, mas nós só tomamos conhecimento disso quando alguém se dispôs a falar, a pregar. Esse é o plano de Deus para os seus, ser salvo através da obra redentora de Cristo revelada em sua Palavra e pregada pelos santos.

Não há como obedecer a Deus ignorando o “Ide”, quem realmente entende o evangelho, compreende a importância de prega-lo, sabendo que quem opera a salvação é o Espírito Santo, mas quis Deus que a semente fosse lançada por nós.

Podemos não compreender porque, mas sabemos que isso é um grande privilégio e maior ainda é a responsabilidade, Jesus só voltará quando o evangelho for pregado em todo mundo e isso é tarefa minha e sua.

Semear é obedecer a Deus e quando obedecemos, O honramos e glorificamos.

Tenho certeza que há muitas pessoas ao seu redor precisamos ouvir a mensagem que salva e que você tem muito a compartilhar, pois foi salvo. Vá e lance a semente, não se preocupe com o resultado, isso é trabalho do Espírito Santo.

Renata Melo
IP Santo Amaro

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“Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve”. - 1 Corintios 12.18

Ao falarmos em soberania de Deus, falamos na sua eterna vontade, do seu plano para a humanidade “... como lhe aprouve”. Foi da vontade de Deus estabelecer a igreja como um corpo, disposto dos mais diversos membros, que como um, caminham juntos. Um corpo com diferentes funções e dons dos membros tem por objetivo o movimento, avanço e crescimento da igreja, mas para isso há a necessidade de união entre cada parte que o compõe, pois além de se movimentar, precisa se sustentar para prosseguir em frente.

Faz parte do plano redentor de Deus a santificação do seu povo eleito, para que este alcance a pureza necessária para o louvor do seu Nome. Assim, Deus utiliza meios de provar a fé e santificar aqueles que dizem ser membros do corpo de Cristo “...sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé [...] redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.” (1Pe 1.6,7).

Quando passamos por estas provações que tem como intuito validar a nossa fé, e entendemos este objetivo, estamos crendo exclusivamente na soberania de Deus, no seu governo, sua justiça e sua misericórdia, percebendo que cada uma dessas circunstâncias é para o nosso bem e assim nos submetemos a ela. Porém, apesar de entendermos, precisamos superá-las e para isso Deus em sua infinita Graça nos dispõe de ferramentas de auxílio como a oração em que levamos nossas súplicas até os seus ouvidos, a Bíblia pela qual identificamos as promessas de bem-aventurança para os perseguidos por causa da justiça e a comunhão dos santos, onde encontramos ombros amigos que nos dão suporte para prosseguirmos em frente, pois muitos já passaram por provações semelhantes ou ainda, a principal característica de comunhão do povo de Deus, se alegrar e louvar por sermos amados e protegidos pelo Todo-Poderoso.

Se não sentimos a alegria, a necessidade e a presença de Deus quando estamos partilhando da nossa fé com nossos irmãos em Cristo, certamente as provações serão em maior número ou mais difíceis de serem superadas. Sendo o fim principal do homem glorificar a Deus e gozá-lo para sempre, se a igreja está no propósito eterno do Senhor, como glorificaremos a Deus isolados do restante dos santos em Cristo?

Além disso, aos eleitos, Deus oferece uma vida perene de comunhão na plena alegria e satisfação nEle mesmo. Se dentro do imutável e soberano plano de Deus está a comunhão futura de seus filhos com o gozo no Senhor, será que não devemos começar a praticar essa comunhão desde agora?

Geimar Lima
IP Santo Amaro

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ipsantoamaro

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