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O Que é o Evangelho?

Segunda, 10 Novembro 2014 23:09

O perigo do pecado - Pb. Samuel Junqueira

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O poder do pecado é bem maior do que imaginamos, embora a Bíblia nos declare que ele não terá mais domínio sobre o cristão redimido (Romanos 6.14). Ainda que ele não tenha mais aquele poder escravizador sobre o cristão liberto por Cristo (João 8.36), a sua influência continua atuante no mundo e atinge a todos os cristãos. Essa influência se manifesta na forma de tentações, procurando levar o cristão a pecar contra Deus. É a ação maligna do tentador sobre a mente do cristão. Não há como fugir dessas tentações. O próprio Senhor Jesus foi tentado! (Mateus 4.1). Entretanto, o cristão pode resistir a elas, sem cair no pecado! Para isso ele precisa: (1º) Reconhecer-se fraco. Ele sente a sua incapacidade contra a tentação e se submete à vontade de Deus, confiando nele (Salmo 37.5). (2º) Admitir-se pecador, sujeitando-se ao Senhor, como a Bíblia determina (Tiago 4.7). (3º) Usando os recursos que Deus lhe disponibiliza. Que recursos são esses? Basicamente três, seguindo uma sequência bíblica. (1º) O conhecimento da Palavra (João 8.32). A Palavra de Deus limpa o coração do cristão (João 15.3). O próprio Senhor Jesus utilizou-se dela contra as tentações, dizendo repetidamente: “Está escrito” (Mateus 4. 4,7,10). (2º) A fé. Ela nos é concedida por Deus como um “dom” (Efésios 2.8). De que forma esse dom se manifesta? Pelo ouvir a pregação da palavra. (Romanos 10.17). (3º) A oração. A oração só terá valor se for feita com fé. Tiago escreveu sobre o poder da “oração da fé”. Esse tipo de oração é eficaz (Tiago 5.15). Esses meios (e outros mais) possibilitam ao cristão vencer as tentações. Além disso, ele conta com o auxílio divino, pois Deus não permitirá que ele seja tentado além da sua capacidade de resistência (1 Coríntios 10.13). O fato de o cristão pecar não significa que Deus o tenha abandonado; significa, antes de tudo, que ele fracassou naquele momento, descuidando-se da sua vigilância (Mateus 26.41). Algumas pessoas não levam a sério o perigo e a gravidade do pecado, brincando com ele e dando-lhe um tratamento cordial! O pecado vai dando corda a essas pessoas até que elas fiquem totalmente subjugadas a ele, impossibilitadas de qualquer reação. É o que acontece com a sujeição de muitas pessoas aos vícios e às drogas! Elas ficam completamente dominadas e se sentem incapazes de se libertarem! (João 8.34). Entretanto, o verdadeiro cristão não tem nenhum motivo e nenhuma necessidade de entrar pelo caminho dos vícios ou das drogas, porque ele sabe o que lhe convém. Mesmo entre o que lhe parece lícito, o cristão tem o entendimento para discernir o que é melhor para ele (1 Coríntios 6.12). O que não posso deixar de realçar aqui é que o caminho do pecado é tenebroso, mesmo que dê à pessoa uma falsa aparência de brilho e de encantamento. Sei que esse assunto é considerado anacrônico por muitos que zombam dessa mensagem, mas a minha responsabilidade diante de Deus é a de anunciá-la. Quanto à sua aceitação, é algo que depende de cada um, porque essa responsabilidade é pessoal! (Ezequiel 3.17-19). O sábio escreveu: “Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte” (Provérbios 16.25). Que Deus nos livre dessa triste e trágica realidade!

Amém!

Pb. Samuel Junqueira

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